Estrutura Organizacional

 

INTRODUÇÃO

 

Assembléia Arquidiocesana: Ocorre anualmente. Principal fórum de deliberação da pastoral.

 

Coordenação Arquidiocesana: Composta por 01 jovem de cada cidade da Arquidiocese onde a PJMP está organizada. Atualmente a coordenação está assim constituída:

 

III Zonal – Parnamirim;

IV Zonal – Macau, S. Rafael, Pendências, Jandaíra, Guamaré, Galinhos, Iganguaçú e Alto do Rodriguez;

VII Zonal – Touros e Taipu;

IX Zonal – Japi;

X Zonal – São Tomé e São Pedro do Potengi;

XI Zonal – Extremoz;

XII Zonal – Macaíba e São Gonçalo do Amarante;

XIII Zonal – Nísia Floresta e Barra de Cunhaú e Canguaretama;

 

Comissão Arquidiocesana de Assessores: composta por adultos religiosos/as ou leigos ou jovens religiosos/as ou leigos.

 

Secretaria Arquidiocesana: com função executiva.

 

Reuniões: A coordenação Arquidiocesana e a comissão de assessores se reúnem bimestralmente (em datas distintas). Porém há sempre um assessor que acompanha a comissão de jovens.

 

O papel da Coordenação e  DA Secretaria arquidiocesana

 

        A comissão Arquidiocesana e a secretaria Arquidiocesano são as instâncias responsáveis por encaminhar as decisões da assembléia, animar os zonais, as paróquias, cidades e comunidades e monitorar a realização do que foi planejado;

        Articular as experiências da PJMP nas paróquias, cidades e comunidades;

        Contribuir na realização da missão, objetivos e linhas gerais da ação da PJMP no estado;

        Representar a PJMP junto a organização Arquidiocesana das pastorais de juventude (Setor Juventude Arquidiocesano) e na Comissão Regional de Jovens e Assessores da PJMP NE2;

        Coordenar a realização de ações de caráter (Arqui) diocesano: seminários, encontros, assembléias e congressos, estudos e pesquisas;

        Representar a PJMP nos fóruns, redes e junto a outras organizações e movimentos da sociedade civil de caráter Arquidiocesano/estadual, onde e quando isto se fizer necessário;

        Representar a PJMP em movimentos, eventos e articulações juvenis estaduais.

 

O papel da Comissão de Assessores

 

        Elaborar subsídios de acordo com as necessidades colocadas pela comissão de jovens;

        Acompanhar a caminhada da PJMP na Arquidiocese;

        Articular os assessores e incentivar a formação de comissão de assessores;

        Contribuir na análise da realidade da juventude do meio popular;

        Contribuir com a comissão de jovens na formulação de estratégias de ação, na avaliação e monitoramento da caminhada;

        Cuidar, junto com os jovens, da relação com Clero;

        Atividades de formação e Articulação em NÍVEL ARQUIDIOCESANA:

 

A Assembléia Arquidiocesana: ela não é apenas um momento de deliberação integrante da estrutura organizacional. Normalmente congrega momentos de estudo sobre aspectos da realidade do estado e do país e da juventude, avaliação e planejamento da caminhada da PJMP na Arquidiocese e define linhas gerais de ação.

 

Encontros de formação: Ocorre anualmente, a partir da assembléia. É destinado a formar novas lideranças e a militância e para aprofundar questões inerentes à vida da juventude do meio popular.

 

Planejamento, Monitoramento e Avaliação

 

        Ocorre no cotidiano e em alguns momentos específicos colocando os instrumentos e técnicas de planejamento à serviço da caminhada:  

 

 1. Nas assembléias Arquidiocesanas:

 

       Mapeamento da situação da PJMP na Arquidiocese;

       Avaliam a caminhada realizadade;

       Definem: ações de caráter Arquidiocesano (sobretudo de articulação, mobilização e formação) e orientações gerais para a atuação da pastoral.  

 

 2. Nas reuniões da coordenação arquidiocesana: Alguns pontos são rotineiros na agenda: 

 

        Análise da conjuntura, partilha e análise da situação da PJMP na Arquidiocese a partir dos informes das cidades, avaliação da caminhada (sempre tendo como referência as deliberações e orientações da última assembléia).  

3. A organização Arquidiocesana da PJMP trabalha com objetivos para cada ação e previsão de resultados, mas, não trabalha com normas rígidas. Cada linha de ação, cada atividade, cada mobilização a ser feita inclui o trabalho de convencimento das demais instâncias. Aposta mais em relações de fraternidade, respeito, coerência do que em cumprimento de deliberações sem que as pessoas estejam convencidas e conquistadas para determinadas tarefas. Compreende que o planejamento, a avaliação e o monitoramento estão em função da caminhada e não o contrário.