Leite e Mel

Eram tidos como símbolo da abundância de dons espirituais recebidos no batismo. Davam-se, então, a beber aos neófitos, nos primeiros séculos do cristianismo, quando, após o batismo, participavam, pela primeira vez, da celebração eucarística. Esse costume se conservou até o VI século. Hoje é praticado somente em alguns ritos orientais.

Língua Litúrgica

Uma pergunta é necessária: em que língua celebraram os Apóstolos a Santa Missa? O fato é que, dos primeiros quatro séculos do cristianismo não existem documentos que atestem outra língua litúrgica, a não ser as da inscrição da Cruz, a saber: aramaica, grega e latina. No V Século introduziu-se na liturgia do oriente a língua vernácula.

Liturgia Bizantina

Rito grego celebrado com dois formulários: o de São João Crisóstomo e o de São Basílio. A liturgia de São João Crisóstomo é ordinária, enquanto a de São João Basílio é usada em poucos dias do ano, entre os quais o dia 1º de janeiro e os domingos da quaresma.
Até antes do prefácio, ambas as formas litúrgicas se assemelham.

Liturgia Galicana

Sua origem deve ser oriental pela semelhança com a liturgia grega, e seu nome vem do seu uso nas Gálias.
Hoje, fora de uso, conserva, no entanto, alguns elementos nos ritos carmelitano e dominicano, além das partes (orações, cerimônias) que se difundiram com o rito romano.

Liturgia Mozárabe

Rito de origem provavelmente oriental que teve grande expansão na Espanha. No fim do Séc. VI, foi revista e teve o nome de Gótica, unificada pelo Sínodo de Toledo, tomando o nome de Isidoriana.
Sob o domínio dos árabes (Moçárabe), teve o seu nome reafirmado. O Papa Eugênio VII a suprimiu em favor da liturgia romana.